Ao contextualizar a prática pedagógica da abordagem triangular ver/ler (a obra de arte), contextualizar e o fazer artístico, novas dimensões emergem, considerando a realidade e o percurso histórico do ensino da arte no Brasil. A abordagem triangular, nesse contexto, assume a forma de um zigue-zague em nossas práticas, desdobrando-se na dimensão/relação e no processo de ensino-aprendizagem sujeito/objeto. Nesse cenário, todas as pessoas envolvidas tornam-se protagonistas e mediadas para um pensamento crítico e libertário, revelando as epistemologias fundamentais do pensamento freiriano e os cruciais atravessamentos para o ensino da arte. Não se trata de um triângulo engessado, mas de um triângulo que se desmonta, assemelhando-se à obra "Bichos" (1960), de Lygia Clark, na qual a artista cria pequenas feras ou animais que, de alguma forma, assumem formas animadas ou vivas. Analogamente à escultura da artista, a abordagem triangular transfigura-se conforme as realidades em processo de aprendizado, visando à leitura, à produção, ao pensamento crítico, à reflexão sobre a arte e suas poéticas e territorialidades. Qual dos seguintes elementos NÃO caracteriza a abordagem triangular no contexto do ensino da arte?