Considere um fármaco antiepiléptico com eliminação exclusivamente hepática, metabolizado pela isoenzima CYP2C9, que segue cinética linear. Sua faixa terapêutica sérica é estreita (5-10 µg/mL). Um paciente em uso crônico e estável desta medicação (dose A), com níveis séricos médios de 7.5 µg/mL, precisa iniciar terapia concomitante com outro fármaco, que é um inibidor moderado e competitivo do CYP2C9. Diante desta interação farmacocinética previsível, qual é a ação farmacêutica mais adequada e cientificamente fundamentada para prevenir toxicidade, considerando os princípios de dose-resposta e clearance?