A atuação do assistente social em práticas terapêuticas tem sido reivindicada por alguns profissionais como uma especialidade da profissão. Partindo do pressuposto que às práticas terapêuticas no Serviço Social brasileiro evocam uma natureza conservadora (e os métodos, instrumentos ou técnicas, também, não encontram respaldo legal e não podem ser acolhidas ou reconhecidas pelos Conselhos de Fiscalização Profissional), sabe-se que atualmente o grupo e movimento que baliza este debate se autodenomina Serviço Social: