Na política, desenvolveu a doutrina do “Direito Divino”, na qual afirmava que qualquer governo formado legalmente, expressava a vontade de Deus, que sua autoridade é sagrada e que qualquer rebelião contra ela é criminosa. Destacou também que a responsabilidade do soberano é se comportar como a imagem de Deus e governar para os súditos como um bom pai e não ser afetado por seu poder.
O texto faz referência a que pensador absolutista da Era Moderna: