No cuidado ao paciente oncológico, o(a) psicólogo(a) pode utilizar intervenções que visam identificar pensamentos automáticos disfuncionais, avaliar sua funcionalidade e buscar significados alternativos que promovam uma melhor reação ao adoecimento. No contexto hospitalar, essa intervenção pode favorecer o processo de reestruturação de percepções distorcidas sobre o diagnóstico e os tratamentos (como quimioterapia e radioterapia), transformando pensamentos automáticos disfuncionais em respostas mais adaptativas. Esse conjunto de estratégias, que busca maximizar o potencial de autocuidado e a corresponsabilidade do paciente pelo seu tratamento, é fundamentado nos princípios da