A transição epidemiológica brasileira é marcada por uma dinâmica de "sobreposição de cargas", em que o declínio das doenças infectocontagiosas não ocorre de forma uniforme, coexistindo com a persistência de doenças negligenciadas e o aumento de causas externas e doenças crônicas. De acordo com Medronho (2009), esse fenômeno é conhecido como