Mulher,77 anos, professora aposentada, procura atendimento por queixas de “falhas de memória” e sensação constante de inquietação. Relata preocupação excessiva com doenças, dificuldade para relaxar, tensão muscular e sono não reparador. Demonstra medo persistente de desenvolver demência. Durante a avaliação, mantém-se orientada, com discurso organizado, porém com evidente distraibilidade. Teste cognitivo mostra desempenho preservado, exceto leve dificuldade de evocação tardia (MEEM 26/30, ensino superior). Nega tristeza persistente, mas descreve sensação de apreensão diária. Familiares relatam comportamento repetitivo de checagem de exames e consultas médicas frequentes. Considerando o diagnóstico mais provável de acordo com a descrição apresentada, é correto afirmar que: