Uma adolescente de 16 anos com diagnóstico de tuberculose extrapulmonar (linfonodal cervical) completa o esquema básico de tratamento de 6 meses (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol nos 2 primeiros meses, e rifampicina e isoniazida nos 4 meses seguintes). Após 2 meses do término do tratamento, apresenta-se sem sintomas e com linfonodomegalia cervical residual indolor. Qual é a conduta mais adequada para essa paciente após a conclusão do tratamento e ausência de sintomas de atividade da doença?