Os avanços na área da saúde têm originado melhorias significativas em relação ao controle ou à eliminação de doenças, o que torna cada vez mais raros os casos de morte natural. Dessa forma, tem sido construído o conceito de morte digna ou boa morte. Porém, essa definição nem sempre é a mesma para os pacientes, os cuidadores, os familiares e os profissionais da área de Saúde, sendo considerado um dilema ético de difícil decisão. Dentre desse contexto, há uma situação em que não existe mais a possibilidade de cura terapêutica, e a manutenção da vida é feita pelo uso obstinado de recursos terapêuticos, sem nenhuma possibilidade de melhora, ou seja, é o prolongamento da morte pelo sofrimento desnecessário.
A situação descrita no enunciado acima é definida como:
A situação descrita no enunciado acima é definida como: