Um homem de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando dor epigástrica há 3 meses, em queimação, com alívio parcial após alimentação e recorrência noturna. Refere uso diário de anti-inflamatório não esteroidal (AINE) há mais de 1 ano por lombalgia crônica, sem prescrição regular. Nega perda ponderal, vômitos persistentes, hematêmese ou melena. Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda em epigástrio, sem sinais de peritonite.
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?