Mulher de 68 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma de pulmão metastático (pulmão, fígado e ossos), está em acompanhamento domiciliar pela equipe de Cuidados Paliativos exclusivos, com status de performance ECOG 4. Na última semana, evoluiu com piora acentuada da dispneia, referindo “fome de ar” constante, mesmo em repouso. Ao exame, encontra-se ansiosa, taquipneica (FR 28 irpm), com uso de musculatura acessória, estando a saturação de oxigênio em ar ambiente em 91%. A medida de primeira linha para o alívio da dispneia refratária nessa fase de fim de vida é