Paciente de 68 anos, diagnosticado com neoplasia gástrica avançada, é encaminhado para avaliação de gastrectomia paliativa. Durante a consulta préoperatória, a família solicita ao cirurgião, em particular, que o diagnóstico de câncer e os riscos de morte intraoperatória não sejam revelados ao paciente, alegando que ele “não suportaria a notícia e desistiria de viver”. O paciente encontra-se lúcido, orientado e questiona ativamente sobre sua condição. À luz do Código de Ética Médica vigente e da Bioética, a conduta correta desse cirurgião é