A entrevista, enquanto instrumento técnico-operativo central do Serviço Social, pode assumir diferentes abordagens metodológicas dependendo do objetivo do profissional e da fundamentação teórica que a sustenta. Uma distinção clássica se dá entre a entrevista diretiva e a não-diretiva. A entrevista diretiva (ou fechada) é estruturada com perguntas específicas, buscando respostas objetivas, sendo útil para coletas de dados cadastrais ou perícias. Já a entrevista não-diretiva (ou aberta), inspirada em abordagens humanistas, valoriza a fala livre do usuário, cabendo ao profissional uma postura de escuta empática e facilitadora. O Serviço Social, contudo, utiliza frequentemente a abordagem semidiretiva. Acerca das diferentes abordagens da entrevista, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A entrevista diretiva é a única abordagem considerada válida pelo Serviço Social crítico, pois garante a objetividade e a neutralidade total do profissional durante o atendimento.
(__)A entrevista não-diretiva, por ser totalmente aberta, exime o profissional de qualquer intencionalidade ou objetivo, transformando-se numa conversa informal sem foco.
(__)A entrevista semidiretiva é a mais comum na prática, pois combina momentos de escuta aberta (não-diretiva) com intervenções e perguntas focais (diretivas) do profissional, visando atingir os objetivos do atendimento.
(__)A escuta qualificada e a empatia são elementos exclusivos da entrevista não-diretiva, não devendo ser utilizados em entrevistas diretivas ou semidiretivas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: