No âmbito da Vigilância Epidemiológica, a definição de caso é fundamental para padronizar critérios diagnósticos e possibilitar a comparação da ocorrência de doenças em diferentes regiões e períodos históricos. Uma definição adequada deve apresentar sensibilidade suficiente para identificar todas as ocorrências e especificidade adequada para evitar a inclusão de casos falso-positivos no sistema de vigilância. Com base nesse princípio, os casos podem ser classificados em diferentes categorias. Associe os tipos de caso (Coluna I) às respectivas definições (Coluna II) e assinale a alternativa CORRETA.

COLUNA I – CLASSIFICAÇÃO DO CASO

1 - Caso suspeito.
2 - Caso confirmado.
3 - Caso descartado.

COLUNA II – DEFINIÇÕES

( ) Pessoa ou animal em que foi isolado e identificado o agente etiológico ou em que foram obtidas evidências laboratoriais ou epidemiológicas da presença desse agente, obedecendo aos critérios definidos pelo sistema de vigilância.
( ) Indivíduo cuja história clínica, sinais e sintomas, associados ou não a antecedentes epidemiológicos de exposição, indicam a possibilidade de estar desenvolvendo determinada doença, embora ainda não haja comprovação diagnóstica definitiva.
( ) Indivíduo que não atende aos critérios clínicos, laboratoriais ou epidemiológicos estabelecidos para confirmação da doença investigada, ou para o qual se estabelece diagnóstico alternativo que explique o quadro apresentado.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: