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No último período do primeiro parágrafo do texto Sobre estar doente, a autora afirma que “a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, (...) e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente”. Desse trecho, entende-se que o termo “negligenciável” caracteriza o corpo como algo que, para a literatura, pode ser tratado com