É uma condição comum que afeta crianças e adultos em todo o mundo. Tem uma etiologia predominantemente genética com causalidade difícil de estabelecer. A heterogeneidade da condição é evidente na apresentação diversa de sintomas e níveis de comprometimento, nas inúmeras condições mentais e físicas concomitantes, nos vários domínios do comportamento neurocognitivo e nas extensas diferenças estruturais e funcionais do cérebro. Não existem tratamentos curativos para esse transtorno, mas os tratamentos baseados em evidências reduzem substancialmente os sintomas e/ou o comprometimento funcional. Essa é a definição proposta por Faraone et al para o transtorno: