A permanência de características que indicam ações movidas por lógicas muito mais arcaicas e enraizadas culturalmente, tanto no seu universo afetivo como institucional, do que pela lógica da racionalidade dada pelo arcabouço teórico-metodológico da profissão pós-reconceituação, faz com que o exercício profissional dos assistentes sociais com famílias ainda se movimente através de processos pautados nos padrões de normatividade e estabilidade. Ou seja, as ações continuam calcadas em perspectivas relacionadas aos processos de: