Um paciente de 60 anos, tabagista e etilista crônico, comparece a uma consulta odontológica com queixa de uma lesão em região de soalho bucal que não cicatriza há cerca de 3 meses. Ao exame clínico, o dentista observa uma área endurecida, avermelhada e com aspecto ulcerado, medindo aproximadamente 1,5 cm de diâmetro. O paciente relata que a lesão não causa dor significativa, mas tem aumentado de tamanho gradualmente.