Um cidadão, sentindo-se lesado por uma decisão administrativa de um órgão público, decide falsificar um documento oficial para comprovar um direito que não possuía. Ele procura um servidor público desonesto que, mediante pagamento, insere informações falsas em um processo administrativo, alterando a realidade dos fatos e induzindo o órgão a erro. A conduta do cidadão e do servidor configura crime contra a fé pública.