Um paciente de 45 anos, fumante e com histórico de consumo de álcool, apresenta uma lesão branca e assintomática no soalho da boca há cerca de três meses. Ele relata que a lesão não dói, mas tem notado que ela não cicatriza e parece estar aumentando de tamanho gradualmente. O cirurgião-dentista, ao examinar a lesão, observa uma área ligeiramente elevada, com superfície rugosa e bordas bem definidas. Diante desse quadro clínico e epidemiológico, qual a principal hipótese diagnóstica a ser considerada?