Um paciente de 65 anos, hipertenso e diabético, está em acompanhamento farmacoterapêutico. Durante a consulta, o farmacêutico identifica que o paciente faz uso concomitante de varfarina e um novo medicamento prescrito para dor neuropática, sem que o profissional que o atendeu tenha sido informado sobre a interação potencial. O farmacêutico, ao analisar a situação, deve considerar os efeitos que a combinação dessas substâncias pode desencadear no organismo do paciente.