Um grupo de educadores em São Paulo, durante a década de 1930, insatisfeito com a influência religiosa e a falta de formação cidadã no sistema educacional vigente, propôs uma renovação pedagógica. Essa corrente de pensamento defendia a criação de um sistema educacional público, gratuito e laico, com o Estado assumindo a responsabilidade pelo financiamento e pela qualidade do ensino. Tal movimento buscava colocar o aluno como protagonista do processo de aprendizagem.