Um professor de uma escola municipal em Ibiraçu (ES) foi convidado a participar de um projeto extracurricular que envolvia a arrecadação de fundos para uma instituição filantrópica. No entanto, o projeto exigia que o professor utilizasse parte do seu tempo livre e recursos próprios, o que gerou desconforto. A situação levantou questionamentos sobre os limites da atuação docente e a relação entre o compromisso profissional e a vida pessoal, especialmente em relação a valores éticos e morais.