Um cidadão é preso em flagrante delito na cidade de Salvador e, durante o interrogatório policial, nega a prática do crime, mas se recusa a responder a qualquer pergunta, alegando que deseja aguardar a presença de seu advogado. A autoridade policial, diante da negativa em responder, prossegue com o interrogatório, colhendo apenas as informações que lhe são favoráveis. O caso chega ao Ministério Público, que analisa a regularidade do procedimento.