Um paciente com paralisia cerebral espástica apresenta dificuldades significativas na realização de movimentos finos e na manutenção do equilíbrio durante a marcha. O fisioterapeuta, ao avaliar a criança, observa padrões de movimento alterados e espasticidade em membros inferiores. A intervenção fisioterapêutica deve focar em estratégias que promovam o controle motor e a funcionalidade.