A administração, como prática, antecede sua formalização como ciência, com indícios de sua aplicação observados em civilizações antigas como o Egito e a Mesopotâmia, evidenciados em grandes obras e na organização de populações. A transição para a administração científica, marcada pelo trabalho de Frederick Taylor a partir de 1900, introduziu o estudo de tempos e movimentos com o objetivo de racionalizar o processo produtivo e aumentar a eficiência, substituindo o empirismo e o improviso por métodos planejados e científicos.