Um paciente com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus é admitido na unidade de emergência com dor torácica intensa, sudorese e dispneia. A equipe de enfermagem inicia imediatamente o protocolo de atendimento à parada cardiorrespiratória (PCR), mesmo sem confirmação de ausência de pulso ou respiração. Considerando as diretrizes atuais para o manejo da PCR, essa conduta inicial está em desacordo com os princípios de atendimento.