Durante uma fiscalização de rotina em um veículo, policiais encontraram uma arma de fogo de uso restrito sem o devido registro e autorização para porte. O condutor do veículo, um vigilante de segurança privada, alegou que a arma pertencia à empresa para a qual trabalhava e que estava em trânsito para um serviço de escolta. No entanto, a documentação apresentada não era suficiente para comprovar a legalidade da posse e do transporte da arma naquele momento específico.