Um enfermeiro, ao prestar assistência a um paciente em estado grave, depara-se com a necessidade de realizar um procedimento invasivo que pode gerar desconforto e dor. Ele se recorda dos princípios éticos que regem a profissão e busca garantir o respeito à autonomia do paciente, a beneficência em sua ação e a não maleficência, além de agir com justiça na alocação de recursos e cuidados.