Um analista judiciário, ao se deparar com um caso que envolve um amigo próximo, sente-se tentado a usar informações privilegiadas para auxiliá-lo. Ele pondera sobre a importância de agir com imparcialidade e evitar qualquer conflito de interesses, lembrando-se que a sua conduta deve sempre primar pelo interesse público e pela moralidade administrativa, mesmo que isso signifique tomar uma decisão desfavorável ao amigo.