Um servidor público municipal de Altos (PI) foi nomeado para um cargo em comissão e, durante o exercício de suas funções, percebeu que suas atribuições eram essencialmente de chefia, coordenação e direção. Ao analisar a legislação municipal pertinente, ele buscou entender as implicações de sua lotação em um cargo comissionado que, em tese, deveria ser preenchido por livre nomeação e exoneração, mas que na prática exercia funções típicas de quadro permanente.