Um psicólogo clínico, ao planejar um acompanhamento terapêutico para um paciente com histórico de isolamento social e dificuldades de relacionamento interpessoal, considera diferentes abordagens. Ele pondera sobre os benefícios de trabalhar as dinâmicas individuais em um ambiente seguro e confidencial, em contraste com as potencialidades de interação, feedback e aprendizado mútuo que um grupo pode oferecer. A escolha da modalidade terapêutica deve considerar os objetivos do tratamento e as características do paciente.