A sociedade colonial brasileira, especialmente no Nordeste açucareiro do século XVI, era caracterizada por uma estrutura ruralizada e patriarcal, mas a afirmação de que era elitista e escravista, refletindo a própria estrutura econômica, está incorreta, pois a escravidão indígena era a principal forma de mão de obra, e a elite era composta majoritariamente por trabalhadores livres.