Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Medicina
Um homem de 78 anos, com história de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, sem antecedentes de febre reumática na infância, apresenta-se ao prontosocorro após um episódio de síncope enquanto subia lances de escada. Ele relata que, nos últimos 8 meses, tem sentido dispneia progressiva aos esforços e dor torácica do tipo aperto durante atividade física, com alívio ao repouso. Ao exame físico:
Pulso carotídeo - baixa amplitude e ascensão lenta (parvus et tardus);
Ausculta cardíaca - sopro sistólico ejetivo em crescendo-decrescendo, de maior intensidade no segundo espaço intercostal direito (foco aórtico), com irradiação para as artérias carótidas;
Segunda bulha cardíaca (B2) - componente aórtico (A2) inaudível;
Ictus cordis - sustentado e deslocado inferiormente (compatível com hipertrofia ventricular esquerda).
O ecocardiograma transtorácico revela válvula aórtica tricúspide com calcificação acentuada dos folhetos, abertura valvar restrita, área valvar aórtica de 0,7 cm² (estenose aórtica grave), gradiente transvalvar médio de 52 mmHg e hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
Qual é a etiologia subjacente mais provável da estenose aórtica deste paciente?
Pulso carotídeo - baixa amplitude e ascensão lenta (parvus et tardus);
Ausculta cardíaca - sopro sistólico ejetivo em crescendo-decrescendo, de maior intensidade no segundo espaço intercostal direito (foco aórtico), com irradiação para as artérias carótidas;
Segunda bulha cardíaca (B2) - componente aórtico (A2) inaudível;
Ictus cordis - sustentado e deslocado inferiormente (compatível com hipertrofia ventricular esquerda).
O ecocardiograma transtorácico revela válvula aórtica tricúspide com calcificação acentuada dos folhetos, abertura valvar restrita, área valvar aórtica de 0,7 cm² (estenose aórtica grave), gradiente transvalvar médio de 52 mmHg e hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
Qual é a etiologia subjacente mais provável da estenose aórtica deste paciente?