Um psicólogo, ao iniciar atendimento a um paciente com histórico de violência doméstica, busca orientações sobre os limites éticos e legais de sua atuação, especialmente no que tange à confidencialidade e à notificação compulsória. Ele se recorda de ter estudado sobre as normativas que regem a profissão e a necessidade de ponderar o sigilo profissional com a proteção da vítima.