Uma servidora pública estadual, lotada em uma unidade de saúde da rede SESAU, ao se deparar com um paciente em situação de vulnerabilidade social e econômica, decide direcioná-lo a um serviço de assistência social sem, contudo, informar previamente ao seu superior hierárquico sobre a ação. Posteriormente, a servidora é questionada sobre a sua conduta, sendo alegado que tal procedimento extrapolou suas atribuições e poderia ter gerado descontinuidade na prestação do serviço. A servidora justifica sua atitude como um ato de humanidade e solidariedade, visando garantir o bem-estar do cidadão.