Um pai de aluno, ao ser questionado pela escola sobre a ausência do filho em uma atividade avaliativa importante, explicou que a data coincidia com uma celebração religiosa de sua família, na qual a participação era obrigatória e o trabalho, proibido. Ele argumentou que o filho não poderia realizar a prova naquele dia específico, mas estava disposto a cumprir com as obrigações acadêmicas em outra oportunidade.