Um gestor público recém-empossado em uma prefeitura de pequeno porte, ao analisar a estrutura administrativa e os processos de trabalho, percebe que muitas decisões são tomadas com base em relações pessoais e interesses particulares, em detrimento do interesse público. Essa prática remonta a um modelo histórico de gestão onde o aparelho do Estado era visto como extensão do poder do governante e de seus aliados, com servidores gozando de status privilegiado.