Após a aprovação de uma lei estadual que restringe o direito de reunião pacífica em Caxias do Sul, um grupo de advogados constitucionalistas discute a possibilidade de questionar judicialmente a norma. Eles precisam identificar o instrumento processual adequado para defender a Constituição e garantir que a lei estadual seja declarada inconstitucional, caso a alegação de violação de preceito fundamental se confirme.