A economia maranhense, no século XIX, experimentou um período de declínio em suas grandes lavouras escravistas, como a cana-de-açúcar e o algodão. Esse processo foi influenciado por fatores como a falta de investimento em novas tecnologias, a desagregação do sistema escravista com o avanço dos movimentos abolicionistas e republicanos, a escassez de capital para financiamento e o aumento dos custos de frete, culminando na queda dos preços internacionais desses produtos.