Na segunda metade do século XX, o Maranhão experimentou um declínio na produção de algodão devido à concorrência internacional e à falta de investimentos em tecnologia, o que levou à desagregação das grandes lavouras escravistas e à busca por novas fontes de financiamento para sustentar o parque fabril, com destaque para o beneficiamento de couro como atividade que auxiliou na manutenção da economia local.