Um agente penitenciário, ao realizar a triagem de novos detentos, depara-se com um indivíduo que demonstra grande dificuldade de locomoção e comunicação, além de apresentar comportamentos atípicos. Ao consultar o prontuário, verifica-se que o detento possui deficiência intelectual diagnosticada. Diante desse cenário, é fundamental que o profissional aplique os princípios estabelecidos em tratados internacionais de direitos humanos para garantir o tratamento digno e respeitoso ao indivíduo, assegurando seus direitos fundamentais durante o cumprimento da pena.