Um servidor público, ao se deparar com uma situação que exigia uma decisão complexa e com potenciais consequências negativas para a administração, hesitou em agir. Ele temia cometer um erro que pudesse ser interpretado como falta de ética ou até mesmo ilegalidade. A falta de clareza sobre os limites de sua atuação e o receio de tomar uma decisão equivocada o levaram a procrastinar a resolução do caso.