Um assistente social recém-contratado por uma instituição filantrópica que atende crianças em situação de vulnerabilidade social precisa elaborar um plano de intervenção. Considerando as diretrizes éticas e técnicas da profissão, ele deve priorizar ações que promovam o desenvolvimento integral dos menores e o fortalecimento dos vínculos familiares, sempre que possível e seguro.