Um profissional que atua com pessoas com deficiência visual e auditiva simultaneamente se depara com a necessidade de desenvolver métodos de comunicação adaptados. Ele sabe que a comunicação com surdocegos exige abordagens específicas que vão além do alfabeto manual tradicional, pois a percepção tátil é fundamental. A busca é por técnicas que permitam a interação efetiva e a inclusão.