A Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins, ao realizar um inventário de seus estoques de medicamentos e insumos hospitalares, constatou uma discrepância significativa entre os registros contábeis e a quantidade física disponível. Essa situação gerou atrasos na distribuição de suprimentos essenciais e aumentou os custos devido a perdas e compras emergenciais. Para mitigar esses problemas, a gestão precisa implementar um conjunto de práticas que garantam o controle e a organização dos materiais.