Um profissional de saúde, ao lidar com um paciente em estado terminal, enfrenta um dilema ético complexo. A família solicita a suspensão de um tratamento que, embora não tenha mais chances de cura, pode prolongar a vida do paciente por mais alguns dias, com potencial sofrimento. O profissional precisa ponderar os princípios bioéticos para tomar uma decisão que respeite a autonomia do paciente, a beneficência e a não maleficência.