Uma paciente idosa, com histórico de AVC isquêmico há 2 anos, apresenta dificuldades significativas de equilíbrio e marcha, resultando em quedas frequentes em seu domicílio. A família relata grande preocupação com a segurança e a autonomia da paciente. Diante desse quadro, qual abordagem fisioterapêutica é mais indicada para mitigar o risco de novas quedas e promover a independência funcional?