A persistência de desigualdades salariais e de oportunidades no mercado de trabalho brasileiro, onde a população negra, apesar de representar a maioria demográfica, ocupa posições de menor remuneração e prestígio, é um reflexo direto do racismo estrutural que se manifesta nas instituições sociais, econômicas e políticas do país, necessitando de políticas afirmativas para sua mitigação.