Durante uma visita a um parque estadual em Minas Gerais, um estudante de biologia notou que um grupo de capivaras se mantinha próximo a uma lagoa, mesmo em período de seca. As capivaras utilizavam a água para se refrescar e para se alimentar de plantas aquáticas, enquanto a presença delas, com seus hábitos de pastagem, ajudava a controlar o crescimento excessivo de certas vegetações nas margens, permitindo a visibilidade para a detecção de predadores. Essa interação entre as capivaras e o ambiente aquático exemplifica: